Novo Copilot da Microsoft: o que muda para a sua empresa?
A Microsoft reorganizou o Copilot em três partes no dia 25 de setembro de 2026. Veja o que já chega para quem usa Word e Excel e o que ainda é teste fechado.
A OpenAI lançou o histórico de segurança do ChatGPT, mostrando login, local e aparelho de cada acesso. Veja como usar isso na conta da sua empresa.
Como saber se outra pessoa está usando a minha conta do ChatGPT sem eu saber? Desde 25 de setembro de 2026, o ChatGPT tem uma tela chamada histórico de segurança, dentro de Configurações, que mostra cada entrada, saída e mudança de segurança da conta, com data, aparelho e localização aproximada. Ela funciona junto com a lista de sessões ativas, que já existia e permite encerrar um acesso que você não reconhece sem trocar a senha de todo mundo. É especialmente útil para quem divide o mesmo login do ChatGPT com a equipe, uma prática comum — e arriscada — em pequenas empresas.
Se a sua empresa usa o ChatGPT com um único login compartilhado entre duas, três ou mais pessoas — coisa mais comum do que parece, principalmente em negócios pequenos —, você provavelmente nunca teve como saber, com certeza, quem entrou na conta, de onde e quando. Isso mudou um pouco no dia 25 de setembro de 2026.
A OpenAI, dona do ChatGPT, lançou uma tela nova chamada histórico de segurança, que mostra exatamente esse tipo de informação. Neste artigo, explico o que ela faz, como acessar e por que isso importa mais do que parece para quem administra o acesso da equipe a essa ferramenta.
Segundo o anúncio da OpenAI, relatado por veículos como o SecurityWeek e a IT Pro, o histórico de segurança é uma tela dentro dos ajustes da conta que mostra, com data, horário, aparelho e localização aproximada, uma lista de eventos como: quando alguém entrou na conta, quando alguém saiu, e quando algo foi alterado nas configurações de segurança, como a ativação de uma verificação em duas etapas.
Essa novidade se junta a um recurso que já existia, chamado sessões ativas, que mostra em quais aparelhos a conta está conectada agora e permite encerrar, na hora, o acesso de um aparelho que você não reconhece — sem precisar trocar a senha e sem derrubar o acesso de quem realmente deveria estar usando a conta.
Segundo as fontes consultadas, esses dois recursos juntos chegaram para praticamente todas as contas do ChatGPT, incluindo o plano gratuito, com exceção de contas de empresas grandes que usam um sistema próprio de login centralizado. Ou seja, a grande maioria das contas de pequenas e médias empresas já deve ter acesso a essa tela hoje.
Vale registrar que a OpenAI vem reforçando a segurança de conta em etapas: antes desse histórico, a empresa já tinha lançado uma opção mais restrita, voltada para quem lida com informação sensível (como jornalistas e pesquisadores), que troca a senha por chaves de acesso físicas. O histórico de segurança é a versão mais simples e mais próxima da realidade de quem só quer entender quem mexeu na conta.
Vale a pena, e bastante, se mais de uma pessoa da sua empresa usa a mesma conta do ChatGPT — o que é comum quando a empresa não quer pagar uma assinatura para cada funcionário. Nesse cenário, o histórico de segurança é a única forma de saber se alguém de fora entrou na conta, ou se um ex-funcionário continua com acesso depois de sair da empresa, algo fácil de esquecer de revogar quando não existe um controle formal disso.
Também vale a pena se a sua equipe usa o ChatGPT para tarefas que envolvem dados de clientes, como resumir conversas de atendimento ou organizar informações de contrato. Nesse caso, saber quem acessa a conta e quando é parte de manter um mínimo de controle sobre por onde essas informações estão passando — um cuidado que se conecta direto com a responsabilidade da empresa perante a Lei Geral de Proteção de Dados.
Vale menos, na prática, se só uma pessoa usa a conta da empresa e ninguém mais tem a senha. Ainda assim, não custa nada configurar uma verificação em duas etapas e dar uma olhada de vez em quando — é rápido e evita substos maiores.
Pense também no que acontece quando alguém sai da empresa. É comum um funcionário ter acesso a contas variadas durante o tempo em que trabalhou ali, e a saída dele costuma ser o momento em que menos gente lembra de revisar cada uma dessas contas. Ter uma tela simples que mostra os últimos acessos torna esse tipo de checagem rápida, em vez de depender da memória de quem cuida da empresa no dia a dia.
No ChatGPT, pelo navegador do computador, vá em Configurações, depois em “Segurança e login”. É ali que ficam tanto as sessões ativas quanto o histórico de segurança.
Na lista de sessões ativas, confira os aparelhos e locais que aparecem. Se reconhecer todos como sendo da sua equipe, ótimo. Se aparecer algum aparelho ou lugar estranho, você pode encerrar aquele acesso específico ali mesmo.
Role a lista de eventos recentes: entradas, saídas e mudanças de segurança. Preste atenção especial a horários fora do expediente da empresa ou locais muito distantes de onde a equipe trabalha.
Com a verificação em duas etapas ativada, mesmo que alguém descubra a senha da conta, ainda precisa de um segundo código para entrar. É um passo simples que reduz bastante o risco de um acesso indesejado.
Se a conta é compartilhada, defina com a equipe um combinado simples: trocar a senha sempre que alguém sair da empresa, e revisar o histórico de segurança pelo menos uma vez por mês. Anote esse combinado em algum lugar visível, como um documento interno ou um lembrete recorrente — regra que só existe na cabeça de uma pessoa tende a ser esquecida assim que essa pessoa tira férias ou muda de função.
Se a sua empresa cresceu e o compartilhamento de uma única conta está gerando confusão ou acessos suspeitos, considere o plano da OpenAI feito para equipes, que dá um login próprio para cada pessoa sem custar o mesmo que várias assinaturas individuais separadas.
Desde 25 de setembro de 2026, o ChatGPT tem uma tela de histórico de segurança que mostra quem entrou, quem saiu e o que mudou na conta, complementando o recurso de sessões ativas que já existia. Para empresas que dividem um único login entre a equipe — uma prática comum e arriscada — essa é uma forma simples e gratuita de saber quem realmente está usando a conta e agir rápido diante de qualquer acesso estranho. E, se organizar esse tipo de controle no dia a dia da empresa não é algo que sobra tempo para fazer, é justamente esse tipo de cuidado que a InovAI ajuda a colocar em prática.
Entre em Configurações, depois em Segurança e login, e procure por "Histórico de segurança". Por enquanto, esse caminho está confirmado na versão do ChatGPT para navegador, no computador.
Não. Segundo as fontes internacionais consultadas, os recursos de segurança de conta do ChatGPT (sessões ativas e histórico de segurança) chegaram para praticamente todas as contas, incluindo o plano gratuito, com exceção de contas ligadas ao login centralizado de empresas grandes.
Sim. Dentro de "sessões ativas" dá para encerrar um acesso específico, de um aparelho que você não reconhece, sem precisar trocar a senha e avisar toda a equipe que usa a mesma conta.
A OpenAI não proíbe compartilhar o mesmo login, mas vários acessos ao mesmo tempo em lugares muito distantes costumam ser identificados como comportamento suspeito e podem levar a um bloqueio temporário da conta. Para uma equipe usar ao mesmo tempo sem esse risco, existe o plano ChatGPT Team, feito exatamente para isso.
Sim, indiretamente. Se a sua equipe cola dados de clientes dentro de conversas do ChatGPT, saber quem tem acesso à conta e revisar isso com regularidade é parte de manter um controle mínimo sobre onde essas informações estão circulando.
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